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sábado, 9 de agosto de 2014

[...] O Adeus, Pra Sempre!


Seria estranho dizer que não sentirei falta, improvável até.  E quando você partir e a noite chegar, cada estrela parecerá uma lágrima. Talvez ficarei remoendo as juras de amor, as noites em claro, os dias nublados, os abraços dados, os prazeres sufocantes. 
Nem chegastes a partir, mas saiba, que até o meu respirar dói! E agora, me afogo na solidão e no álcool. Não sei se existirá outro amor, e se por ventura vier um, saiba que ainda te amo. Talvez nunca tenhamos entendido o que seria o amor. O amor quem sabe seja deixá-la partir, e fingir que está tudo bem, tudo bem.
Cavei um abismo diante dos meus pés, deixei que essa paixão me levasse até você. Hoje você limpa uma estrada no sentido contrário ao meu. E o abismo que eu mesmo cavei, será minha cova, onde junto ao meu corpo enterrarei as nossas lembranças. O amor é uma viagem, só de ida, para o inferno.
Acho que te amo pra sempre, o para sempre. Mas chegou o fim, o triste fim. 

Entre Amores, de Thais Ferreira

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